UncategorizedMinha contribuição para uma mudança na atual administração pública de Iporá: magia institucional, bioética e o futuro de Iporá

abril 28, 2026by joãobattista.eco

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Alerta

Atendendo à convocação pública da atual prefeita de Iporá, Maysa Cunha em vídeo publicado em seu perfil no Instagram no dia 27 de março de 2026, onde ela convoca cada cidadão iporaense a trabalhar junto com a gestão; e em outro vídeo, de 27 de abril de 2026, onde conclama a todos a trabalhar por Iporá e, considerando também meu próprio desejo de que as coisas em minha cidade mudem, realizei e tenho realizado uma série de rituais em favor da cidade de Iporá.

Portanto, nenhum procedimento aqui descrito ocorre de maneira arbitrária. Ele atende a um chamado da própria prefeita. E eu, como cidadão de Iporá, ofereci minha experiência de mais de 30 anos com velas, runas, daemons e servidores – dentro do que a lei garante como liberdade de crença e expressão (Constituição Federal, art. 5º, VI).

⚖ Este artigo não nomeia outras pessoas além da autoridade convocante, não difama, não incita violência ou ódio. É um documento de transparência espiritual e testemunho público de um cidadão que respondeu a uma convocação.

Introdução

E neste caso, transformei esse desejo numa pergunta e analisei a resposta sob a luz dos oráculos (As Runas Nórdicas e os 40 Servidores de Tommy Kelly). Fiz isso para me orientar, para saber como proceder diante da situação. Para cada tiragem, concentrei-me na pergunta e retirei três pedras e três lâminas. Saíram as Runas Jera, Berkana invertida e Laguz e os servidores O Desesperado, o Doador e o Monge. Todos apontaram resultados positivos num prazo de 10 meses, mas até lá com bastante sofrimento, tanto para quem está a frente da administração pública de Iporá, no caso para a gestora, quanto para pessoas próximas a ela, quanto para a população. Acredito que num prazo de 10 meses as coisas mudariam naturalmente, depois que ela recebesse uma ajuda inesperada. Mas muitos de nós não temos este tempo. E acredito que nem mesmo ela. O que estou tentando fazer por meio da Magick (não conheço outro meio para tal) é reduzir este prazo de 10 meses, quando as coisas mudariam naturalmente, para um período de 3 dias. Portanto, quando você ler este artigo, ou quando eu terminar de escrever este artigo, já terei feito todas as intervenções na realidade, esta mudança terá ocorrido, o diagnóstico apresentado aqui terá perdido, em maior ou menor grau, seu prazo de validade.
Alerta: Neste texto não incito a nenhum comportamento e também não aconselho ninguém realizar os procedimentos aqui realizados, principalmente as interações com daemons por conta própria sem conhecimento, experiências e uma base ética sólidas.

1 – O diagnóstico: Runas e Servidores

Jera – Berkana invertida – Laguz

Quando sai a runa Laguz, se o consultante for homem, diz respeito à mulher mais importante da vida dele, pode ser a mãe (se for solteiro), a esposa ou a filha. Quando se inquire a respeito de uma mulher diretamente, Laguz é ela mesma. Nesta jogada, Laguz se refere à gestora. Jera fala de semeadura e colheita. Refere-se a empreendimentos que estão iniciando e aos resultados que colhemos de iniciativas passadas. Jera fala de felicidade, seja semeando (pois há a expectativa certa de um retorno no futuro) ou colhendo (recompensa dos esforços anteriores). O que ocorre aqui é que esta mulher está semeando sobre o solo infértil e árido de Berkana invertida.
Berkana representa o feminino: concepção, gestação, parto, crescimento, florescimento, frutificação, dispersão de mudas e sementes. Tem a ver com nascimentos, transformações, surgimentos e novidades. Berkana invertida diz que estas novidades, esta concepção, gestação, parto e crescimento sofrem interferências, são interrompidos, principalmente por brigas e discussões infrutíferas. Portanto, a gestora semeia num terreno infértil, árido e/ou bastante compactado. Muitas vezes até mesmo sabendo que aquela iniciativa não trará resultados. Isso é extenuante.
No entanto, Laguz é a plenitude do feminino, uma mulher de posse de todas as suas características positivas. Depois de um tempo semeando em terreno árido, lidando com a infertilidade e com coisas que não funcionam, ela acaba saindo mais fortalecida desta situação. Mas, tal como Eihwaz, o prazo de Jera não é curto, denota um período inteiro de uma ou duas estações. Aqui, 10 meses.

Os 40 Servidores: O Desesperado, o Doador e o Monge

A situação de Berkana invertida corrói a colheita dos esforços passados (perda de safra, prejuízos) e traz dificuldades no semeio o que, corresponde à situação do Desesperado.
O Desesperado fala de nuvens negras, depressão, arrependimento, cabeça quente, situação desesperadora, um verdadeiro inferno. Uma situação que não pode ficar pior de tão ruim que está. A carta “O Desesperado” é a pior de todas as cartas dos 40 Servidores. Ela representa toda a miséria humana.

Já o Doador é totalmente o oposto. Representa um milagre, uma intervenção inesperada que mude tudo, algo que a coloque para cima, para que ela enfim se desfaça de pesos desnecessários, de uma bagagem, de uma rocha que carrega sem necessidade. Se juntamos as duas imagens, as Runas e os 40 Servidores, temos a imagem arquetípica de uma mulher sob forte aflição, carregando uma pesada rocha nas costas, necessitando de um milagre, ao mesmo tempo que semeia num chão árido. Esta é a realidade da gestora.

Enquanto isso, a população se enfurece e cultua algo natimorto em processo de apodrecimento: seu processo de impedimento (impeachment) ao lado de uma Câmara que se tornou árida devido a egos feridos e batalhas infrutíferas. A esta sequência de desentendimentos, de entraves linguísticos que acabam se tornando a regra, chamo de larva astral ou cascão que é um código, uma forma-pensamento que determina o comportamento daqueles que estão sob sua influência e é alimentado por eles.  As imagens arquetípicas para Iporá não são as mais agradáveis. O trabalho do magista é ir, gradualmente, alterando estas imagens.

2. Como ela lida com o desespero?

Ela não deixa transparecer este sofrimento e para isso usa uma máscara. Para parecer forte, para não dar o braço a torcer ou para que outros não desmorem junto com ela, porta-se sempre sorridente, falando em Deus e negando a realidade, causando certa irritação. No entanto, é com isso que ela cobre e lida com o desespero. Quem está sob a influência do Desesperado está sob um efeito bastante perturbador. É esta condição, semear num terreno infértil que lhe traz desespero.
Por aqui conclui-se que um dos problemas-chave do município é a infertilidade: um local impróprio para o semeio, a gestação, o florescimento e a frutificação. Devolver esta fertilidade, capacidade de concepção, gestação, parturição e cuidado é a peça-chave para qualquer magista interferir nesta realidade.

3. As opções diante da situação

Diante da situação da gestora, tínhamos algumas possibilidades. Duas delas descartáveis por serem antiéticas, e uma que está de acordo com a bioética que é a mais oportuna, a mais rápida e a mais racional segundo a teoria dos jogos.
Sim: sou um mago que se utiliza da filosofia e da ciência em meus projetos. Esta é a essência da Magia do Caos: entrar nos mais variados sistemas, captar o que é importante para sua prática e/ou construção do seu sistema e depois sair.

Opção 1 (descartada): Esperar o ciclo natural

Esta é a opção que a gestora parece estar seguindo: continuar até o fundo do poço para mudar o jeito de tocar as coisas. Ela semeia num terreno árido, carrega uma enorme rocha e não vai abrir mão disso. Ela vai até às últimas consequências. Não se espere dela renúncia ou recuo. Chegará um momento, depois que ela atravessar esta fase escura em que ela sairá fortalecida. É o que anunciam Laguz em pé, o Doador e o Monge. Ela encontrará uma dádiva, algo inesperado acontecerá, e ela encontrará a paz. Então, as coisas podem mudar.
Um sinal de que ela chegou ao fundo do poço ocorre quando ela assumir publicamente que não dá conta, der o braço a torcer ou simplesmente literalmente dançar. Quando alguém a vir literalmente dançando, é um sinal de que ela chegou ao limite. Ao fazer isso, em vez de esmorecer por completo, obterá uma dádiva, um presente que elevará sua moral e oportunizará a sua saída desta situação. Ela encontrará a paz e poderá largar a bagagem desnecessária. Quando isso acontecer, acredito que ela mude o jeito de se conduzir e escape do seu destino atual, ligado ao caráter negativo de sua gestão.

No entanto, quanto mais ela continua nesta rota, mais ela sofre e mais inflige sofrimento aos outros. Isso não é aconselhável. Além disso, levará aproximadamente 10 meses para que ela chegue ao fundo do poço e receba a mudança inesperada.

Opção 2 (descartada e agora inviável)

Alerta: como já bani os aspectos patólogicos e mais sérios do Desesperado, esta segunda medida não está mais viável para seja lá quem for que se interesse por ela. Fundamentalmente, não há como intensificar o desespero dela.

Uma medida possível, evidente, mas antiética e perigosa, seria aprofundar ainda mais o Desesperado, o sofrimento da gestora, para que ela chegasse ao fundo do poço mais rapidamente, encontrasse a dádiva, a paz e efetuasse a mudança. No entanto, ao agir assim, os efeitos são inesperados, perturbadores. As coisas poderiam sair do controle e prejudicar seriamente ela e pessoas envolvidas. Eivada de injustiça, traria malefícios a todos. Esta opção foi descartada.

Opção 3 (a escolhida): Banir o Desesperado

Este é o plano que atende a todos os critérios da bioética, é o mais interessante segundo a teoria dos jogos e pode trazer resultados em 13 a 72 horas. Este plano já foi implementado por mim no dia 25 de abril de 2026 e consiste em:
a) Banir o Desesperado
Ao fazer isso, a gestora encontra uma dádiva, um pequeno milagre em sua vida e encontra foco, abandonando bagagens. Elimina-se a depressão, as nuvens negras e com isso, espera-se que ela mude sua forma de conduzir os negócios públicos e escape do seu destino atual. Coloquei também uma dádiva, um pequeno milagre em sua atuação, algo inesperado que a faça escapar do seu atual destino. Com isso, espero que ela deixe de usar a máscara gradualmente. Mudanças em seu comportamento pode ser um sinal de que o banimento funcionou. Caso não tenha funcionado será importante repetir novamente.

4. O ritual (o que foi feito)



No dia 24 de abril, bani o Desesperado, eliminando as nuvens negras da atuação da gestora. No dia 25 de abril, coloquei um pequeno milagre sobre sua atuação e ativei o Monge, solicitando que levasse paz à mesma. Espera-se que, estando em paz, ela comece a disseminar paz no seu entorno em vez do desespero que antes contaminava tudo.

No dia 26 de abril, solicitei a Astaroth que apresentasse a ela, a vereadores, a secretários e ao corpo administrativo, soluções simples e práticas para tirar a cidade da situação crítica pela qual passa. Solicitei também que fosse instaurado um caos criativo na gestão e na cidade e que ideias novas, soluções inusitadas, pudessem surgir onde antes só havia repetição e briga.

Ainda pretendo:

Efetuar uma pequena limpeza no local de trabalho dela com Agares, para eliminar resquícios do desespero que possam ter ficado no ambiente físico. Solicitar novamente a Seere recursos emergenciais e soluções rápidas para os problemas mais urgentes (veículos, equipamentos, salários).

 

5. A fertilidade a longo prazo: Baal

No entanto, ainda persiste o solo infértil, a Berkana invertida que afeta toda a cidade, não apenas a gestora. Neste sentido, Baal o poder mágico divino da concepção e do crescimento é o Daemon para se trabalhar com perspectiva de longo prazo para Iporá. Ele é o princípio da fecundidade, o mesmo que restaura a capacidade de gestação, florescimento e frutificação. Talvez até mesmo seja possível criar um servidor ou uma servidora voltado especificamente à fertilidade e prosperidade da cidade, um projeto para o futuro. Por outro lado, Agares e seus legionários continuam efetuando a limpeza na Câmara Municipal, o que também contribui para restaurar a fertilidade naquele ambiente específico e indiretamente em toda a cidade.

6. O que espero com estes rituais

Benefícios gerais

Espero que os banimentos tragam benefícios para a implementação de projetos e iniciativas. O campo para implementação estará mais limpo de impurezas. No mesmo sentido, espero que as preces das pessoas, independente de religião se tornem mais eficazes. As pessoas poderão ter resultados mais rápidos ou compreensões inéditas a respeito de procedimentos espirituais como meditação e oração, porque o solo energético da cidade estará menos poluído.

Redução de lideranças tóxicas

Poderá ocorrer uma redução na relevância de lideranças tóxicas. Aqueles que só se sustentavam pelo desespero, pelas brigas, pela criação de inimigos, poderão começar a se sentir mais cansados da briga de maneira inexplicável. Podem perder a graça pelo que faziam, calar-se ou simplesmente se afastar.

Redução do desespero contagioso

O Desesperado se espalha como uma praga. Uma pessoa desesperada contamina outra, que contamina outra, até que toda a cidade acredita que “não tem jeito”. Podemos ver isso em casos de suicídio, tantos que já nem são mais noticiados. Com o banimento do Desesperado, este padrão é reduzido gradualmente. Talvez eu nem perceba isso. Não receberei agradecimentos. Vão atribuir a outras causas. Mas o que importa é que o campo sutil da cidade estará mais leve.

Mudanças na Câmara

Espero que as discussões na Câmara foquem mais em projetos do que em problemas e pessoas. As votações podem ocorrer mais rápidas, gerando aumento de produtividade.

Fortalecimento comunitário

Poderá acontecer o fortalecimento de lideranças comunitárias, seja na área do comércio, da educação ou mesmo religiosa. As iniciativas comunitárias, há muito abafadas, talvez retornem por encontrar um campo mais propício.

Outros efeitos

Espero ainda uma aceleração de processos jurídicos (investigações, auditorias) e a proteção indireta de quem faz o bem, ou seja, uma redução das perseguições a denunciantes, servidores públicos éticos, profissionais da saúde que cobram seus direitos.

7. Um último movimento: o que meus adversários estão maquinando contra mim?

Até poucos dias não os tinha. Mas agora em pouco mais de uma semana me foi mostrado que os tenho. É algo bastante seminal, está acontecendo ainda nas salas, nos corredores, nas repartições e pode crescer. Estão tentando me desmoralizar por meio de piadas, memes, comentários de corredor. Estou com Agares e The Protector ativados contra ataques de qualquer natureza. Acredito que isso seja suficiente. No entanto, sabendo disso, posso fazer as coisas ficarem mais engraçadas ainda. Afinal, o humor é uma vertente da Magia do Caos, usada para descondicionar mentes. Outra maneira de lidar com os memes adversários seria contar primeiro a piada a meu respeito e roubar-lhes o gatilho. E neste sentido, o negócio pode ficar ainda mais interessante se eu adicionar Gremory. Ela é divertida, sociável, comunicativa e ela adora uma piada, principalmente quando esta piada perde a graça.
Valefor também é interessante. Mas ele pode fazer as coisas ficarem um pouco sem graça, justamente porque pode fazer com que cada centavo desviado dos cofres públicos, cada pagamento indevido, retorne ao lugar de onde nunca deveria ter saído. E quem fará o levantamento desses recursos claro, não será a auditoria paga.

Fechamento 

O trabalho está feito, as intervenções foram realizadas e o diagnóstico de 10 meses perdeu, em grande parte, sua validade. No campo da magia não podem haver garantias. Fazemos o nosso melhor e esperamos os resultados. Resta agora observar com paciência ativa. Que Iporá respire, que a gestora encontre paz, que a câmara floresça e que os memes, se vierem, encontrem apenas o silêncio e a leveza de Gremory que sabe rir melhor do que eu e qualquer adversário.

“Este artigo não difama, não incita violência ou ódio contra qualquer pessoa. Os procedimentos aqui realizados foram feitos com autorização e conclamação da atual gestora de Iporá. É um documento de transparência espiritual, protegido pela liberdade religiosa (Constituição Federal, art. 5º, VI) e pelo Art. 192 do Estatuto dos Servidores de Iporá. As interpretações aqui contidas são simbólicas e não devem ser lidas como acusações factuais.”

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